Havia uma parceria entre Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht, e José Chrispiniano, assessor de Lula, acerca das respostas que o instituto do ex-presidente daria sobre as questões envolvendo o “chefe” e a referida empreiteira. E isso de “chefe” é porque o executivo da construtora o chamava assim (e também era denominado dessa forma Marcelo Odebrecht).
Foram 58 telefonemas entre janeiro e julho de 2015. E, convenhamos, não faltou assunto. Agora, a Polícia Federal rastreia essas ligações.
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E também são apuradas as conversas em aplicativos de mensagens. Nem o “zapezape” escapa.